Crônicas
Primeiro, um espaço generoso como jornalista em veículos de comunicação. Depois, a foto ao lado de um número, pedindo seu voto.
Meu amigo se indignou: “Eu já pensei em vingança, acredita? Pelas noites maldormidas, pelos tempos de balada, pelas vezes que respondi em voz alta na rebeldia adolescente”.
Apesar do Brasil, eu gosto (e muito) do Brasil. Eu só tenho o Brasil.
Se precisa ter estômago forte para trabalhar na política, a turma do andar de cima não tem problemas digestivos.
É impossível passar mais de 24 horas sem pensar na destruição do futuro e na descrença no presente. Um único assunto, por todos os cantos.
Criticar o governo federal é justo e urgente. Mas se calar diante dos políticos da vizinhança é estranho, para dizer o mínimo.